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GLOSSÁRIO TÉCNICO

Automação industrial

Protocolos, sinais e barramentos de chão de fábrica: MQTT, Modbus, CAN, RS-485 e 4–20 mA, com o que cada um exige na prática.

termos nesta categoria

Básico

MQTT

Protocolo leve de publicação e assinatura operado por meio de um broker.

Na prática industrial

É muito usado para telemetria IIoT, eventos e integração entre edge e nuvem.

Relacionados:MQTT QoSOPC UA

Intermediário

MQTT QoS

Níveis de garantia de entrega MQTT: no máximo uma vez, pelo menos uma vez ou exatamente uma vez.

Na prática industrial

QoS maior aumenta tráfego e estado; escolha conforme a consequência de perda ou duplicação.

Relacionados:MQTT

Intermediário

TWAI/CAN

TWAI é a implementação compatível com CAN clássico presente em determinadas famílias ESP32.

Na prática industrial

O controlador interno precisa de transceptor CAN e terminação física.

Não confunda

Não confunda o controlador TWAI com uma interface CAN pronta.

Relacionados:CANTerminação de barramento

Intermediário

CAN

Barramento diferencial multi-mestre robusto, orientado a mensagens e com arbitragem.

Na prática industrial

É comum em máquinas e veículos; requer transceptor, terminação e estratégia de IDs.

Relacionados:TWAI/CANTerminação de barramento

Básico

RS-485

Padrão elétrico diferencial para comunicação serial multiponto.

Na prática industrial

Define a camada física, não o conteúdo das mensagens; Modbus RTU é um protocolo frequentemente usado sobre ele.

Não confunda

RS-485 não é sinônimo de Modbus.

Relacionados:Modbus RTUTerminação de barramentoPolarização de RS-485

Básico

RS-232

Padrão serial ponto a ponto com níveis elétricos positivos e negativos.

Na prática industrial

Não conecte diretamente ao GPIO de 3,3 V; use um transceptor como MAX3232.

Relacionados:UARTRS-485

Básico

Modbus RTU

Protocolo mestre/servidor binário normalmente transportado sobre RS-485.

Na prática industrial

Exige definição correta de endereço, baud rate, paridade, registradores e temporização.

Relacionados:RS-485Modbus TCP

Básico

Modbus TCP

Modbus transportado sobre TCP/IP, normalmente pela porta 502.

Na prática industrial

Não usa CRC Modbus RTU; confiabilidade e segurança dependem da arquitetura de rede.

Relacionados:Modbus RTUEthernet

Avançado

OPC UA

Padrão industrial para modelagem semântica e troca segura de dados.

Na prática industrial

ESP32 normalmente atua por gateway, pois uma pilha completa pode exigir recursos e certificação adicionais.

Relacionados:MQTTModbus TCP

Intermediário

4–20 mA

Padrão de corrente analógica em que 4 mA representa o zero vivo e 20 mA o fundo de escala.

Na prática industrial

O ESP32 precisa de resistor shunt, proteção e condicionamento compatíveis com seu ADC.

Relacionados:ADC0–10 VIsolação galvânica

Intermediário

0–10 V

Padrão de sinal analógico por tensão usado em inversores, atuadores e instrumentação.

Na prática industrial

A entrada do ESP32 não tolera 10 V; use divisor, buffer e proteção calculados.

Relacionados:ADCDAC4–20 mA

Intermediário

PNP e NPN

Topologias de sensores que fornecem ou drenam corrente na saída.

Na prática industrial

A interface de entrada deve ser desenhada para o padrão adotado e para a tensão industrial.

Relacionados:OptoacopladorContato seco

Intermediário

Terminação de barramento

Impedância instalada nas extremidades para reduzir reflexões em linhas de transmissão.

Na prática industrial

CAN e RS-485 normalmente usam terminação nas duas pontas, não em cada nó.

Relacionados:RS-485CANPolarização de RS-485

Avançado

Polarização de RS-485

Resistores que estabelecem estado conhecido quando nenhum transmissor dirige o barramento.

Na prática industrial

Valores e localização devem considerar terminações e transceptores fail-safe.

Relacionados:RS-485Terminação de barramentoFail-safe

Avançado

Fail-safe

Princípio de levar o sistema a um estado seguro quando ocorre falha.

Na prática industrial

O estado seguro depende da análise de risco e não deve depender apenas do firmware do ESP32.

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